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O Socorro Vindo Do Céu


 

 

Também. Eu estava muito nervoso porque eu tinha que pagar uma conta no dia seguinte grande de 1.000 R$. Eu não tinha dinheiro, o dinheiro todo já tinha acabado, não tinha mais de onde tirar e procurei na loja virtual. Tentei vender coisas o dia inteiro na loja virtual, vendi algumas coisas, mas não deu. Foi pouco. E aqui presencialmente também não. E eu não tinha. Na conta do Santuário também não tinha mais nada e eu não sabia o que fazer, né? E aí? Eu clamei a Nossa Senhora, pedi Mãe, me ajuda, me dá, me dá força porque eu não sei o que fazer, me ajuda, manda socorro de qualquer parte. E fui dormir. Fechei o meu escritório, fui dormir. No dia seguinte chega a minha secretária, a Suellen, minha gestora de obras, com a amiga dela, representante da empresa. Aí que serve o café pra vocês, né? E aí fui lá para resolver os assuntos do final de semana que íamos fazer. E aí olho na minha mesa e vejo lá um maço de dinheiro, maço de dinheiro. Perguntei para a Suelen. Suelen, o que é isso aqui, né? Ela falou Não sei, eu acabei de entrar aqui, né? Nessa, nesse minuto nem fui na sua mesa ainda. Questionei os postulantes. Eles também disseram que não tinham entrado lá, nem tinham também como entrar, porque só quem tem a chave sou eu, né? Mais ninguém.

 

Então é dinheiro a toa. Assim, fora do lugar eu não deixo porque é perigoso, né? Então não tinha como ninguém ter colocado aquilo ali. E quando eu fui contar o dinheiro tinha exatamente 1.000 R$, que era o valor que eu precisava para pagar as aquela conta daquele dia. E aqui está a foto que eu tirei do dinheiro que Nossa Senhora trouxe para mim e colocou na minha mesa. E aí na noite seguinte eu tive a minha dor de cabeça. Aqui está o meu travesseiro todo molhado, como vocês podem ver, né? A cabeça esquenta muito, dói muito, transpira muito e encharca o travesseiro. E aí, Nossa Senhora veio a noite. Eu perguntei pra ela de onde tinha vindo aquele dinheiro. Nossa Senhora disse assim Meu filho, você não estava chamando tão desesperadamente por mim e me pedindo ajuda? Então eu trouxe a ajuda pra você. Eu agradeci a Nossa Senhora muito emocionado, né? E essa não é a primeira vez. É a terceira vez que me acontece. Quando eu estava fazendo essa capela aqui, nos anos 2000, a construção não tinha chegado nem nessa primeira laje aqui. Não tinha mais dinheiro, tinha acabado tudo, tudo, tudo. E aí eu ia ter que parar com a construção. Eu ia mandar os pedreiros todos embora, dispensar a empresa que trabalhava aqui.

 

E aí? Eu chorando, fui até Nossa Senhora. Rezei. Pedi ajuda a ela, né? E aí, um dia, saindo daqui de manhã e indo até a minha antiga casa, na minha antiga capelinha, onde Nossa Senhora aparecia nos anos 90 para mim e dava as mensagens, né? Eu entro lá, olho para o pro, para a imagem de Nossa Senhora que que tinha lá, que ainda tem lá. Fica lá até hoje no lugar lá onde as paredes verteram óleo. Quando essa imagem milagrosa chegou, onde essa imagem também chorou, né? Tudo aconteceu ali. E eu entrando lá, vejo. Vi uma sacolinha de mercado amarrada no pé da imagem de Nossa Senhora. Eu achei estranho porque quem tinha a chave daquela de lá era só eu e a minha mãe. Eu fui perguntar pra ela se ela sabia o que era aquela sacolinha lá. Ela falou que não sabia que não tinha nem entrado lá. Quando eu abri a sacolinha, tinha uns 60.000 R$, que na época era muito dinheiro. Se fosse hoje, seria. Acho que assim, uns cento e. 110, 115, né? Por aí. Ê. E era exatamente o valor que eu precisava para poder continuar a construção dos pedreiros, a construção da capela e pagar os pedreiros. Chamei até, né, outras pessoas da ordem religiosa que estavam aqui na época, elas também viram e e comprovaram o milagre, né? E um tempo depois, acho que um ou dois anos depois, a construção da capela ou não há o pátio aqui do Santuário, esse esse platô aqui que eu estava fazendo, né? Eu não tinha mais também dinheiro para continuar esse aterro, esse platô.

 

Porque não era assim, né? Isso aqui foi tudo, foi tudo aterrado. Foi uma obra gigantesca. Daqui até lá, na porteira, porque não era assim e eu não tinha mais também de onde tirar o dinheiro. E eu ia ter que desistir. E mais uma vez eu clamei ao céu. Mas dessa vez pedi para Santa Luzia que Santa Luzia me acudisse outra vez. Um dia, quando eu cheguei na minha antiga casa, dessa vez não mais na minha capelinha, na sala da minha casa, onde tinha também uma outra imagem de Nossa Senhora. A minha casa era cheia de imagens de Nossa Senhora pra todo lado. Ainda hoje é, né? E quando eu olho no pé da imagem de Nossa Senhora, outro saquinho de dinheiro ali, que tinha mais ou menos uns 60, 60 e poucos 1000 também, que era o que eu precisava para continuar fazendo. Esse pátio aqui onde vocês rezam, se sentam aí fora, né? Nas imagens, se não fosse aquilo, esse pátio hoje não existiria, né? Eu gastei muito milhões aí que esse pátio e hoje as pessoas andam em cima e nem nem imaginam quanto me custou, quanto trabalho, quanto sacrifício e quanto dinheiro também.

 

E. Eu me lembro que foi exatamente o que eu precisava duas vezes e agora a terceira vez essa semana. Inclusive, até esse dinheiro eu falei para Nossa Senhora. A senhora vai me desculpar, mas eu vou jogar. Ah, vou tentar jogar a conta pra semana que vem, pra daí com o dinheiro do Cenáculo eu pagar a conta e esse dinheiro aqui. Dessa vez eu não vou, eu não vou desfazer dele, eu não vou pagar não, eu vou guardar. Vou guardar como uma recordação, uma prova do socorro maternal de Nossa Senhora para com o Filho São com São João Maria Vianney acontecia a mesma coisa. Teresa Músico. Eles não tinham dinheiro e às vezes eles rezavam. Nossa Senhora fazia aparecer o dinheiro pra eles. São Maximiliano, a mesma coisa é também comigo. E Nossa Senhora me disse Meu filho. E o meu amor materno. A Minha Providência materna nunca te abandonará. Depois de você fazer tudo, de você ter tentado, lutado até o fim e não ter conseguido, se te faltar alguma coisa, o meu amor materno sempre te socorrerá, sempre te acudir. E aqui está a prova está na sua mão. Então. Nossa Senhora existe. E mãe. Nós não somos órfãos. Nós temos mãe.