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Lacrimações De Nossa Senhora Em Jacareí 2003





 

Eu subi, abri a capela para Rosália e a dona Romilda, subi para cima para poder pegar os livros, as coisas, para começar a aula da Graça. E foi então que quando eu estava abrindo a porta para descer, a Rosário, veio chorando ao meu encontro, dizendo que Nossa Senhora estava chorando. Eu desci então rapidamente com ela. Vi que me aproximei bem perto da imagem e realmente constatei que dos dois olhos da imagem estavam descendo lágrimas. Curiosamente, da outra vez, em 1996, quando a outra imagem de Nossa Senhora que ficava aqui chorou, eu também não estava presente. As outras pessoas que estavam aqui que começaram a ver em primeiro lugar. E então que eu fui chamado lá em cima, e só então, quando eu cheguei aqui é que eu presenciei a cremação. E foi então que quando as outras pessoas foram chegando para a hora da graça, eu já avisei no portão que a imagem de Nossa Senhora estava chorando, que elas entrassem com um respeito maior do que o de costume, com uma maior reverência e que até se quisessem, que viessem aqui até próximo da imagem para presenciar o fenômeno. E então, quando todas as outras pessoas chegaram, eu pensei em filmar e em fotografar esse fato, para que fique comprovado fisicamente, né? Registrado para sempre. Esse fenômeno que hoje, no dia da Imaculada Conceição de 2003, veio a acontecer para mim uma surpresa muito grande, porque no dia 8 de dezembro geralmente é o dia de festa de Nossa Senhora, um dia de alegria. Nossa Senhora geralmente aparece mais alegre, com mais glória, com mais anjos.

 


E hoje, pelo visto, parece me que Nossa Senhora está muito triste, que ela está sofrendo muito, com certeza, pelos pecados do mundo, pelos nossos pecados pessoais, pelos pecados dos católicos, pelos pecados do mundo inteiro. E durante todo esse tempo em que nós rezamos o Rosário da Graça, eu fiquei aqui filmando a imagem e fiquei fotografando a imagem de todos os ângulos, de todas as formas, de todas as distâncias possíveis, para que possa ficar comprovado com toda clareza para nossa geração, para as gerações futuras que viram esse fenômeno, que é um fenômeno miraculoso. Estamos diante de um milagre. Estamos diante de uma imagem que, a partir de hoje se torna milagrosa. E essa imagem é uma imagem feita no Brasil mesmo de gesso comum. Foi feita numa cidade aqui próxima de nós, em Guaratinguetá, e eu mesmo, pessoalmente, foi buscar essa imagem quatro anos atrás. A tinta dessa imagem na tinta comum material é como os olhos são olhos comuns. Não tem nada de especial no material com que essa imagem foi feita. Conheço a fábrica que a fez. Isso nunca aconteceu com nenhuma outra imagem daquela daquela fábrica, com exceção da minha primeira imagem de Nossa Senhora Rosa Mística, que chorou a anos atrás, que também foi feita nessa mesma fábrica desse mesmo fabricante do qual eu sou cliente. E essa imagem, durante os quatro anos em que esteve aqui na minha casa, junto comigo, essa imagem nunca chorou, nunca manifestou nem no suor, nem numa transpiração, nem por causa do calor, nem por causa do frio, nem por causa de nenhuma mudança de tempo ou de estação.

 

Como eu falei, é uma imagem que nunca apresentou nada de especial, com exceção da delicadeza, da suavidade do rosto dela. Essa imagem, primitivamente, era uma imagem da Virgem de Lourdes que eu mandei alterar, modificar para ficar. Como Nossa Senhora aparece aqui com as mãos postas e o rosário na mão. Essa imagem foi colocada aqui mais ou menos no mês de setembro desse ano, para que fosse feito o cerco de Jericó diante dela. E hoje também está presente aqui essa rosa mística que veio da Alemanha e também no Sagrado Coração de Jesus, que durante anos e anos sempre esteve aqui o Sagrado Coração de Jesus, como eu mesmo filmei e gravei nessa fita. Ele estava seco, continua completamente seco, sem nenhum suor nem uma lágrima. E a Rosa Mística também não tem nenhum fenômeno acontecendo com ela. Foi somente com esta imagem aqui que aconteceu esse fenômeno da cremação no dia de hoje. Como eu falei, fora a imagem da Rainha Mensageira da Paz Grande que ficava antigamente aqui, que chorou várias vezes e da outra rosa mística que eu tenho, que também chorou várias vezes. Essa imagem aqui nunca se manifestou, nunca houve nem sinal de perfume, de incenso, nada. Por isso que hoje, quando eu cheguei aqui, avisada pela rosada que a imagem de Nossa Senhora estava chorando, para mim foi uma surpresa, porque eu poderia esperar que esse fenômeno pudesse acontecer com qualquer outra imagem, o quadro que aqui se encontra. Mas eu jamais poderia esperar que fosse com essa imagem, que é uma imagem tão simples feita aqui no Brasil mesmo.

 

De um material simples do qual é feito todas as outras imagens que temos. E justamente foi essa a imagem eleita de Nossa Senhora que diz para ela se manifestar ao mundo, a nós, a nossa geração, no dia de hoje. Por isso, eu também fiquei com um misto de tristeza durante esse fenômeno misto de dor e de angústia. Eu creio que Nossa Senhora hoje está sofrendo e também com um misto de surpresa, porque para quem é o proprietário possuidor da imagem, a surpresa é muito grande, porque você convive com a imagem. Todo dia eu venho aqui todo dia rezar diante dessa imagem. Faço as minhas devoções diante dela Eu sou eu que arrumo muito a coroa no lugar, as flores, os vasos. Troco a água todo dia e nunca vi essa imagem chorar, nunca vi nenhuma alteração fisionômica nela. E somente hoje é que esse grande fenômeno aconteceu diante dos meus olhos, dos olhos de todas as pessoas que aqui estão. E percebi também que além do líquido ser um líquido que brilhava, refletia muita luz. Aqui da capela é um líquido um pouco oleoso, consistente, que lembra um pouco assim o óleo mesmo de de oliveira ou um outro tipo de óleo semelhante. Infelizmente não posso dizer qual óleo é porque não tenho muito conhecimento disso, mas é uma queimação, como se fosse uma mistura de lágrimas com um óleo que desceu do semblante da imagem. E como falei, enquanto eu gravava, eu não deixava de rezar em silêncio, de venerar o oceano em silêncio, pedir perdão pelo mundo inteiro, por mim, por todas as pessoas.

 

Perdão por essa cidade que ofende tanto Nossa Senhora, que rejeitou as Aparições, que perseguiu as Aparições, que fez de tudo para destruir a presença de Nossa Senhora aqui, destruir as Suas Mensagens, pôr por terra tudo o que Ela havia de fazer, que pedia perdão por toda a humanidade, por todos os corações que até hoje não querem obedecer às Mensagens da Virgem Maria. Para mim é um fenômeno de magnitude tal que aconteceu aqui, que eu posso até classificar como um divisor de águas, um divisor de tempo. Antes dessa vida, antes dessa queimação e vida, depois dessa cremação, minha vida antes dessa cremação e minha vida depois. E acredito que foi um fenômeno tão importante para quem esteve aqui agora, nessa hora da graça, que com certeza a vida de todos que estão presentes aqui também será dividida em duas partes. Antes de ver essas lágrimas e depois de ver essas lágrimas. E acredito também que essas lágrimas de Nossa Senhora nos anunciam, nos nos comprovam aquilo que Ela está dizendo. Já há tanto tempo que o nosso tempo está esgotando, que o prazo da conversão do mundo está esgotando e que os castigos estão se aproximando cada vez mais e, infelizmente, o número daqueles que obedecem às mensagens deles é salvo. É muito pouco. Então essas lágrimas que eu entendo como que um brado do coração de Maria, um brado silencioso no coração dela, pedindo a seus filhos que obedeçam às suas mensagens sem demora.

 

 Na Bíblia, o versículo que diz Desta vez eu choro com lágrimas, eu falo com lágrimas, eu falo como eu choro. E acredito que esse versículo pode ser aplicado muito bem agora a Nossa Senhora. Desta vez eu falo com lágrimas, não mais com mensagens. Falo com o meu choro, porque minhas palavras já não têm adiantado mais. Sinto também que pode se aplicar a Nossa Senhora aqui nesse momento, aquele versículo da Bíblia Ela chora pela noite adentro. Os seus olhos estão arrasados de tanto chorar. E aquele outro versículo Meu filho, eu tenho te procurado com aflição. Vejo que essas lágrimas de Nossa Senhora dizem isso para nós nesse dia 8 de dezembro de 2003. Eu tenho procurado cada um com aflição e dessa vez não falo com palavras, mas com lágrimas. Portanto, eu acredito que essa afirmação de Nossa Senhora que eu possa ainda ver as lágrimas dela, ainda está lacrimosa, que estando no semblante da nossa Mãe do Céu, são um apelo, um apelo veemente, um apelo doloroso, um apelo extremoso da Nossa Mãe Santíssima para que até nós obedeçamos às Suas Mensagens. Que sabe nós e o mundo todo olhemos essas lágrimas, possamos olhar essas lágrimas e nos convertamos hoje de todo o coração e com toda sinceridade, com afeto sincero a Nossa Senhora, colocando as Suas aparições aqui, colocando as Suas Mensagens em primeiro lugar na nossa vida e para sempre. Amém. Estamos diante da imagem. Eu posso ver claramente agora o líquido que está escorrendo do olho esquerdo e direito também.

 

Eu posso ver. Esse líquido escorre pelas maçãs do rosto de Nossa Senhora. Um pouco de líquido se junta em cima do lábio superior esquerdo e um pouco também entre os lábios e no lábio inferior esquerdo. Esse líquido está descendo pelo queixo da imagem. As duas lágrimas se juntam, descem pelo pescoço de Nossa Senhora, passam por cima da gola do vestido, descem aqui nos frisos do vestido cinza de Nossa Senhora, passam por entre as mãos, costas dela passam por cima do encontro das duas pontas da faixa branca e o líquido escorre até aqui, onde ele está estacionado até esse momento. Esse líquido, como eu falei, reflete bastante a luminosidade aqui da capela. O semblante de Nossa Senhora parece semblante de uma pessoa profundamente angustiada. Está sofrendo muito, um semblante de muita tristeza, de preocupação. Parece que o olhar de Nossa Senhora está focalizado numa distância longínqua, como se ela estivesse contemplando todo mundo, todo o mundo. É como se ela assim estando, passem no seu olhar a sua dor, a sua tristeza pelos pecados de todos os seres humanos. Pelo menos é essa a sensação que eu tenho quando eu olho para essa também. Uma pessoa que já está exausta, que fez um esforço além das suas forças para conseguir algo que ela não conseguiu, parece uma pessoa que está profundamente, que está tão transpassada pela angústia que está tão dorida que ela não encontra forças mais para falar. Então ela só mostra as suas lágrimas para aqueles que estão diante dela. Ela apela, ela suplica. Ela implora com as lágrimas.